Quase natal!
21 de dezembro de 2013
Mais um sábado, desta vez em Fátima! São 15.43h e o tempo passa devagar...
A manhã foi muito dura embora entretida enquanto que a tarde está muito mais confortável mas de muito difícil de encontrar um sentido...
Mas é de Natal que falamos!
O Natal é um tempo de nascimento mas tenho para mim que para nascer precisamos de morrer...
Temos tanto em nós para morrer mas temos sempre muito mais para nascer!
Este é um tempo de família, de partilha, de perdão, de encontro, de descanso, de olhar para atrás e discernir o que foi bom e o que foi menos bom, o que temos de deixar morrer para que possa nascer!
Hoje estas linhas são um olhar para trás: a família muda, ficamos mais velhos, os miúdos mais crescidos e bonitos, uns que vão e outros que chegam! Faz nos falta a avó Bita, a Mili, a Sinha, o Quim, porque nos deixaram uns buracos no coração que nunca mais se irão preencher! A Maria Benedita nasceu e é tão linda! É a minha primeira sobrinha!
O João parece que já não volta para Lisboa e a política vai ficando lentamente para trás! É chegada a hora de pensar mais nele e naquilo que o torna feliz! Acho que o que ele procura, agora, é a tranquilidade dos netos, o aconchego das filhas, a emoção dos "filhos" e o amor da Teresa! Se é isso que queres, é isso que vais ter!
Termino com o que mais me toca, a minha Naniko! Mais um ano, mais momentos únicos, alguns deles difíceis, mas sempre únicos, sempre nossos! A nossa vida vai florindo, vai crescendo, vai cheirando bem e nós os quatro vamos espalhando sempre um pouco desse perfume! Claro que aproveitamos tanto dos bons cheiros que temos à nossa volta, começando pelos exemplos dos nossos pais e passando por tantos amigos!
Temos tanta sorte!
Sendo assim, só posso agradecer a Deus tudo o que tenho, ou melhor o que Me emprestaste, terminando e começando na Naniko e no João e no António!
Bom Natal!
Mais um sábado, desta vez em Fátima! São 15.43h e o tempo passa devagar...
A manhã foi muito dura embora entretida enquanto que a tarde está muito mais confortável mas de muito difícil de encontrar um sentido...
Mas é de Natal que falamos!
O Natal é um tempo de nascimento mas tenho para mim que para nascer precisamos de morrer...
Temos tanto em nós para morrer mas temos sempre muito mais para nascer!
Este é um tempo de família, de partilha, de perdão, de encontro, de descanso, de olhar para atrás e discernir o que foi bom e o que foi menos bom, o que temos de deixar morrer para que possa nascer!
Hoje estas linhas são um olhar para trás: a família muda, ficamos mais velhos, os miúdos mais crescidos e bonitos, uns que vão e outros que chegam! Faz nos falta a avó Bita, a Mili, a Sinha, o Quim, porque nos deixaram uns buracos no coração que nunca mais se irão preencher! A Maria Benedita nasceu e é tão linda! É a minha primeira sobrinha!
O João parece que já não volta para Lisboa e a política vai ficando lentamente para trás! É chegada a hora de pensar mais nele e naquilo que o torna feliz! Acho que o que ele procura, agora, é a tranquilidade dos netos, o aconchego das filhas, a emoção dos "filhos" e o amor da Teresa! Se é isso que queres, é isso que vais ter!
Termino com o que mais me toca, a minha Naniko! Mais um ano, mais momentos únicos, alguns deles difíceis, mas sempre únicos, sempre nossos! A nossa vida vai florindo, vai crescendo, vai cheirando bem e nós os quatro vamos espalhando sempre um pouco desse perfume! Claro que aproveitamos tanto dos bons cheiros que temos à nossa volta, começando pelos exemplos dos nossos pais e passando por tantos amigos!
Temos tanta sorte!
Sendo assim, só posso agradecer a Deus tudo o que tenho, ou melhor o que Me emprestaste, terminando e começando na Naniko e no João e no António!
Bom Natal!

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